S.M.S

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terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Secretaria de Saúde de Pesqueira através da Coordenação Odontológica promoveu Capacitação para Dentistas.

Foto: Secretaria de Saúde de Pesqueira através da Coordenação Odontológica promoveu Capacitação para Dentistas.


No dia, 28/11/2013 fora realizado um Curso de Capacitação para os Dentistas, que foi ministrado pelo Doutor e Professor Uoston Holder a Pauta foi a “Semiologia”e o Curso foi administrado pelo CRO. Na ocasião, todos os Dentistas contratados da Rede Municipal de Saúde foram convidados a participar e os que aceitaram, ao convite, tiveram os seus pontos dispensados do período de trabalho, para dar a eles as condições necessárias de aproveitarem a oportunidade de receberem esta Capacitação. 
Este ano a Secretaria de Saúde Municipal investiu muito na preparação dos seus Funcionários e na aquisição de Tecnologias para o Ambiente Hospitalar. Segundo o Secretário de Saúde e o Diretor de Saúde Bucal a Medicina e qualquer outra profissão está sempre em uma constante evolução e para que não caímos na mesmice de continuarmos no atraso, se faz necessário estarmos buscando os Novos Conhecimentos Profissionais e  de continuarmos investindo e interagindo com as novas TCIs. Porque estes dois “pilares” são fundamentais e indispensáveis no dia-a-dia de qualquer atividade humana que preza pela agilidade, a perfeição, a exatidão dos diagnósticos e a segurança no desempenho no  cotidiano de ações. Principalmente quando se trata da saúde, que é o bem de maior valor para se preservar a vida das pessoas  . 

A Coordenação Odontológica agradece a todos os participantes na pessoa do Dr. Clécio Miranda (Delegado Representante da 4ªRS/CRO-PE).

No dia, 28/11/2013 fora realizado um Curso de Capacitação para os Dentistas, que foi ministrado pelo Doutor e Professor Uoston Holder a Pauta foi a “Semiologia”e o Curso foi administrado pelo CRO. Na ocasião, todos os Dentistas contratados da Rede Municipal de Saúde foram convidados a participar e os que aceitaram, ao convite, tiveram os seus pontos dispensados do período de trabalho, para dar a eles as condições necessárias de aproveitarem a oportunidade de receberem esta Capacitação.
Este ano a Secretaria de Saúde Municipal investiu muito na preparação dos seus Funcionários e na aquisição de Tecnologias para o Ambiente Hospitalar. Segundo o Secretário de Saúde e o Diretor de Saúde Bucal a Medicina e qualquer outra profissão está sempre em uma constante evolução e para que não caímos na mesmice de continuarmos no atraso, se faz necessário estarmos buscando os Novos Conhecimentos Profissionais e de continuarmos investindo e interagindo com as novas TCIs. Porque estes dois “pilares” são fundamentais e indispensáveis no dia-a-dia de qualquer atividade humana que preza pela agilidade, a perfeição, a exatidão dos diagnósticos e a segurança no desempenho no cotidiano de ações. Principalmente quando se trata da saúde, que é o bem de maior valor para se preservar a vida das pessoas .

A Coordenação Odontológica agradece a todos os participantes na pessoa do Dr. Clécio Miranda (Delegado Representante da 4ªRS/CRO-PE).

DA REDAÇAO COM O SITE DA SEC DE SAUDE LOCAL

Severiano Cavalcanti e Beranildo Lucena de Freitas compartilharam a foto de Secretaria de Saúde Pesqueira.

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Distritos Indígenas Receberão Reforço Do Mais Médicos Na Próxima Semana


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O secretário especial de Saúde Indígena, Antônio Alves de Souza, disse ontem (3) que 17 Distritos Sanitários Especiais Indígenas receberão o reforço, na próxima semana, de 49 profissionais do Programa Mais Médicos. Na 5ª Conferência Nacional de Saúde Indígena, que acontece em Brasília, ele informou que cinco desses distritos estão na Região Nordeste.
O programa beneficiará aproximadamente 212 mil indígenas. Atualmente, os indígenas são assistidos por 264 médicos distribuídos nos 34 Distritos Sanitários. A secretaria conta com 34 distritos, 354 polos bases, 68 casas de saúde indígena e 751 postos de saúde. Antônio Alves ressaltou que as Casas funcionam como um estabelecimento de cuidados de enfermagem, de apoio aos pacientes encaminhados à rede do SUS.
O secretário destacou que melhorar as condições de trabalho sem garantir o acesso das equipes às aldeias de nada adianta. Segundo ele, as equipes de saúde têm dificuldades para chegar nas aldeias, o que pode demorar horas para se locomoverem. Outro problema que compromete o atendimento de profissionais de saúde aos indígenas é de aspecto cultural. O secretário frisou que, em algumas culturas, as crianças são as últimas a receberam comida na hora das refeições.
Foto: Internet. itapuama FM

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Da redaçao com o amigo josé de vasconcelos carvalho júnior vasconcelos

Mapa Da Dengue Aponta 157 Municípios Em Situação De Risco


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Para Apoiar Estados E Municípios Contra A Doença, O Ministério Da Saúde Dobrará Investimentos Adicionais Em 2014, Que Chegarão A R$ 363,4 Milhões

Novo mapa da dengue revela que 157 municípios brasileiros estão em situação de risco para a doença, outros 525 em alerta e 633 cidades com índice satisfatório. Os dados são do Levantamento Rápido de Índice para Aedes aegypti (LIRAa), apresentado nesta terça-feira (19) pelo ministro da Saúde Alexandre Padilha e pelo secretário de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa.
O levantamento, elaborado pelo Ministério da Saúde em conjunto com estados e municípios, foi realizado entre 1º outubro e 08 de novembro deste ano em 1.315 cidades e tem como objetivoidentificar onde estão concentrados os focos de reprodução do mosquito transmissor da doença. (Confira a apresentação).
Para intensificar as ações de vigilância, prevenção e controle da dengue, o Ministério da Saúde está dobrando o volume de recursos adicionais que serão repassados a todos os estados e municípios brasileiros. Portaria autorizando o repasse de R$ 363,4 milhões foi assinada hoje pelo ministro Alexandre Padilha. Os recursos são para incrementar os investimentos realizados nas ações de vigilância em saúde, que somam R$ 1,2 bilhão, sem o montante adicional.
Este montante adicional significa um acréscimo 110% em relação ao que foi transferido em 2012 e contempla todos os municípios do país. No ano passado, foram transferidos R$ 173,3 milhões. Em contrapartida, os municípios precisam cumprir metas como assegurar a quantidade adequada de agentes de controle de endemias, garantir a cobertura das visitas domiciliares pelos agentes e realizar o LIRAa.
“Hoje estamos começando o campeonato contra a dengue. O Ministério da Saúde tem feito o esforço de não esperar começar os casos e as transmissões de dengue – que ocorrem de janeiro a maio – para mobilizar o conjunto dos prefeitos e secretários municipais, além da sociedade civil”, afirmou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, durante a apresentação do LIRAa e lançamento da campanha nacional.
O ministro chamou a atenção para a redução dos óbitos em comparação com anos anteriores, que apresentaram, inclusive, números inferiores de notificações. Ele lembrou que esta queda é resultado do esforço do Ministério da Saúde e dos gestores locais em reforçar a assistência ao paciente com dengue. “Ainda não estamos satisfeitos. Queremos reduzir mais a mortalidade por dengue, principalmente dos grupos mais vulneráveis como idosos e pessoas com doenças associadas”, observou Padilha.
O ministro ressaltou ainda a importância da participação dos profissionais do Programa Mais Médicos para o atendimento aos pacientes com dengue. “A  maioria dos médicos é de países com experiência consolidada de cuidado da dengue. São médicos bastante capacitados para o atendimento da dengue”, ressaltou Padilha, citando como exemplo os profissionais cubanos.
LEVANTAMENTO  - Nos municípios classificados em situação de risco, mais de 4% dos imóveis pesquisados apresentaram larvas do mosquito. É considerado estado de alerta quando os imóveis pesquisados apresentam índice entre 1% a 3,9% e satisfatório quando fica abaixo de 1%. (Confira a lista com a situação dos municípios)
O levantamento também revelou que três capitais estão em situação de risco: Cuiabá, Rio Branco e Porto Velho. Outras 11 (Boa Vista, Manaus, Palmas, Salvador, Fortaleza, São Luís, Aracaju, Goiânia, Campo Grande; Rio de Janeiro e Vitória) apresentaram situação de alerta e seis estão com índices satisfatórios (Macapá, João Pessoa, Teresina, Belo Horizonte, Curitiba, Porto Alegre). Sete capitais (Belém, Maceió, Recife, Natal, Florianópolis e Brasília) ainda não apresentaram ao Ministério da Saúde os resultados do LIRAa. Estes resultados foram consolidados até esta segunda-feira (18) e o Ministério da Saúde continua recebendo as informações dos estados.
CRIADOUROS - Além de ajudar os gestores a identificar os bairros em que há mais focos de reprodução do mosquito, o LIRAa também aponta o perfil destes criadouros. Segundo o levantamento, 37,5% dos focos estão em formas de armazenamento de água, 36,4% em espaços em que o lixo não está sendo manejado adequadamente e 27,9% em depósitos domiciliares.
Esse panorama varia entre as regiões. Enquanto na região Sudeste, 47,9% dos focos estão dentro das residências, no Nordeste e no Norte o armazenamento de água é a principal fonte de preocupação, com índice de 75,9% e 37,5%, respectivamente. Já o Sul e o Centro-Oeste têm no armazenamento de lixo o principal desafio, com taxas de 81,2% e 49,7%, respectivamente.
O secretário de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa, explicou que a pesquisa indica, antecipadamente, onde estão os principais focos, enquanto há tempo de agir. “Com base nos criadouros, o LIRAa orienta  que tipo de ação o gestor local deve adotar. O número de casos dá um panorama do passado, já o levantamento mostra onde pode ter maior incidência no próximo ano.”, observou o secretário. Segundo ele, as prefeituras que usarem o LIRAa como instrumento de intervenção,  podem reduzir os casos de dengue.  “Além de mostrar qual é o bairro com maior incidência, o mapa revela o depósito predominante”, explicou Jarbas Barbosa.
NOVA CAMPANHA- O jogador Cafu, capitão da seleção pentacampeã do mundo de futebol, está se unindo ao esforço do Ministério da Saúde no combate à dengue. Ele participa da campanha deste ano para alertar a
população sobre a importância de eliminar os criadouros do mosquito Aedes aegypt. No lançamento da campanha nesta terça-feira, o jogador – que estava presente – falou da importância da campanha de conscientização.
“Com uma maneira simples, nós podemos mudar esta realidade. Como a própria campanha diz, bastam 15 minutos, o intervalo entre um jogo e outro, para que as pessoas realizem uma fiscalização em suas casas e vejam se não há focos do mosquito”, disse o jogador.
Com o slogan “Não dê tempo para a Dengue”, as peças serão veiculadas em TVs, rádio, internet, redes sociais e mídias impressa e exterior. O objetivo é mostrar que a prevenção leva pouco tempo, mas o suficiente para proteger familiares e vizinhos.
Além do reforço na orientação à população, o Ministério da Saúde adquiriu 100 toneladas de larvicida, 227 mil litros de adulticida e 10,4 mil kits diagnósticos, que estão sendo enviados aos municípios. Para os profissionais, estão sendo distribuídos guias de classificação de risco e tratamento, além de capacitações por meio da Universidade Aberta do SUS (UnaSUS).
REDUÇÃO DE ÓBITOS– O reforço na assistência básica ao paciente com dengue, que vem sendo ampliado ano a ano pelo Ministério da Saúde, resultou em redução gradativa dos casos graves e óbitos de dengue.
Em comparação com 2010, houve uma queda de 61% nos casos graves (de 16.758 para 6.566) e de 10% nos óbitos (de 638 para 573), mesmo com o crescimento no número de notificações da doença.
Com estes avanços, foi possível reduzir a taxa de letalidade da doença: a proporção de óbitos diminuiu quase pela metade, passando de sete mortes a cada 10 mil casos para quatro óbitos a cada 10 mil notificações.
Também houve diminuição da frequência da gravidade dos casos. Em 2010, de cada mil doentes, 17 chegavam a um quadro grave; em 2013, a parcela ficou em quatro casos graves para cada mil notificações.
Com isso, de acordo com a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), até agosto, o Brasil apresentou taxa de mortalidade de 0,03.
Em 2013, foram notificados 1,4 milhão de casos prováveis de dengue no país, em decorrência de uma maior circulação do subtipo tipo 4 do vírus causador da doença, que respondeu por 60% dos casos.
A região Sudeste, responsável por 63,4% dos casos com 936.500 registros, tem o maior número de casos, seguida pela região Centro-Oeste (271.773 casos;
18,4%), Nordeste (149.678 casos; 10,1%), Sul (70.299 casos; 4,8%) e Norte (48.667 casos; 3,3%).
CUIDADOS - Aos primeiros sintomas da dengue (febre, dor de cabeça, dores nas articulações e no fundo dos olhos), a recomendação do Ministério da Saúde é procurar o serviço de saúde mais próximo e não se automedicar. Quem usa remédio por conta própria pode mascarar sintomas e, com isso, dificultar o diagnóstico.
Para diminuir a proliferação do mosquito, é importante que a população verifique o adequado armazenamento de água, o acondicionamento do lixo e a eliminação de todos os recipientes sem uso  que possam acumular água e virar criadouros do mosquito.
Além disso, é essencial cobrar o mesmo cuidado do gestor local com os ambientes públicos, como o recolhimento regular de lixo nas vias, a limpeza de terrenos baldios, praças, cemitérios e borracharias.
ANEXO 1- Distribuição dos recursos adicionais por Estado
Além de receberem, juntos, R$ 1,2 bilhão para ações de vigilância, estados e municípios terão recursos adicionais específicos para enfrentamento à dengue:
UF
VALOR
RO
R$ 5.058.224,39
AC
R$ 2.564.316,26
AM
R$ 12.505.060,38
RR
R$ 1.910.571,72
PA
R$ 24.886.724,87
AP
R$ 2.484.962,19
TO
R$ 4.504.656,39
Norte
R$ 53.914.516,20
                     MA
R$ 20.442.741,66
PI
R$ 6.526.032,86
CE
R$ 17.767.013,99
RN
R$ 6.665.579,76
PB
R$ 7.882.619,57
PE
R$ 18.440.475,84
AL
R$ 6.539.571,99
SE
R$ 4.359.662,90
BA
R$ 29.319.733,52
Nordeste
R$ 117.943.432,09
MG
R$ 40.997.975,51
ES
R$ 7.442.917,50
RJ
R$ 32.254.455,50
SP
R$ 49.178.832,92
Sudeste
R$ 129.874.181,43
PR
R$ 12.529.630,73
SC
R$ 7.580.678,42
RS
R$ 12.761.347,74
Sul
R$ 32.871.656,89
MS
R$ 5.022.738,18
MT
R$ 7.888.773,63
GO
R$ 12.709.950,89
DF
R$ 3.153.571,77
Centro-Oeste
R$ 28.775.034,47
BRASIL
R$ 363.378.821,08

ANEXO 2- Balanço da dengue 2010 – 2013
UF
Semana epidemiológica 1 a 42
Casos Notificados
Casos Graves
Óbitos
2010
2013
2010
2013
2010
2013
RO
18.670
9.365
351
28
18
3
AC
26.217
2.577
56
4
5
0
AM
4.921
16.858
238
96
6
9
RR
7.373
849
275
1
5
0
PA
11.346
8.682
357
37
17
10
AP
2.878
1.667
11
7
3
2
TO
8.449
8.669
50
17
4
4
Norte
79.854
48.667
1.338
190
58
28
MA
5.184
3.586
192
36
4
12
PI
6.615
4.664
115
19
7
1
CE
15.854
32.039
169
159
13
54
RN
6.302
16.035
238
102
7
8
PB
5.833
13.050
90
92
5
14
PE
33.177
8.650
1074
42
24
19
AL
45.449
8.935
450
16
21
4
SE
564
745
34
5
0
3
BA
41.803
61.974
974
125
33
21
Nordeste
160.781
149.678
3.336
596
114
136
MG
212.157
435.828
1.367
360
83
116
ES
22.835
66.874
1.468
1.686
13
23
RJ
26.800
212.933
2.437
1.207
41
48
SP
205.796
220.865
2.897
428
140
72
Sudeste
467.588
936.500
8.169
3.681
277
259
PR
36.645
69.444
184
224
13
24
SC
180
370
1
1
0
0
RS
3.633
485
52
1
0
0
Sul
40.458
70.299
237
226
13
24
MS
62.489
81.741
1792
695
42
34
MT
33.550
34.012
875
99
51
27
GO
95.527
140.399
997
1.063
78
58
DF
14.840
15.621
41
16
5
7
Centro-Oeste
206.406
271.773
3.705
1.873
176
126
BRASIL
955.087
1.476.917
16.785
6.566
638
573


Por Carlos Américo, da Agência Saúde
Atendimento à Imprensa
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